Equipe Pitanga AI em São Paulo

A Empresa

Construída para o contexto real da saúde brasileira

A Pitanga AI nasceu da observação de uma lacuna: havia ferramentas de IA poderosas, mas poucas desenhadas com atenção às particularidades clínicas, regulatórias e operacionais do setor de saúde no Brasil.

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Nossa história

Da observação clínica à solução técnica

A Pitanga AI foi fundada em São Paulo por profissionais com formação em ciência de dados, engenharia de software e experiência direta em projetos para o setor de saúde. O nome é uma referência à pitanga — fruta brasileira que cresce em condições diversas e carrega cor intensa: uma metáfora para desenvolver soluções robustas em contextos complexos.

Nos primeiros anos, concentramos o trabalho em projetos de consultoria com clínicas e hospitais de médio porte, o que nos deu uma compreensão aprofundada dos pontos de atrito: dados fragmentados, sistemas legados, resistência clínica a ferramentas que parecem "caixa-preta", e exigências regulatórias que muitas vezes não são consideradas na fase de concepção de projetos de IA.

Essa experiência moldou a abordagem que hoje define todos os nossos projetos: começar com uma escuta cuidadosa, construir com transparência metodológica e entregar soluções que os profissionais de saúde confiam e conseguem usar no dia a dia.

Missão

Desenvolver ferramentas de inteligência artificial que ampliem a capacidade analítica das organizações de saúde brasileiras, com responsabilidade técnica e respeito às pessoas envolvidas — pacientes, clínicos e gestores.

Visão

Ser referência em projetos de IA para saúde no Brasil — reconhecida pela qualidade técnica, pela transparência metodológica e pela parceria genuína com as equipes que usam nossas soluções.

Valores

Responsabilidade com dados sensíveis, clareza sobre o que a IA faz e o que ela não faz, co-criação com os profissionais de saúde e compromisso com a conformidade regulatória desde o primeiro dia de projeto.

Equipe

As pessoas por trás dos projetos

RA

Rafael Andrade

Fundador & Diretor de Ciência de Dados

Cientista de dados com experiência em projetos para hospitais e operadoras de saúde. Pós-graduado em bioestatística pela USP.

CB

Camila Barbosa

Diretora de Projetos Clínicos

Enfermeira com mestrado em informática em saúde. Atua como ponte entre as equipes técnicas e os profissionais de saúde em cada projeto.

FS

Felipe Souza

Engenheiro de Software Sênior

Especialista em integrações com sistemas hospitalares e arquitetura de dados para o setor de saúde. Liderou integrações com os principais HIS do mercado brasileiro.

Padrões e protocolos

Como trabalhamos com segurança e qualidade

Conformidade com a LGPD

Todos os projetos incluem revisão do fluxo de dados pessoais, documentação dos tratamentos realizados e mecanismos de controle de acesso alinhados à Lei Geral de Proteção de Dados.

Alinhamento com CFM e ANVISA

Acompanhamos as orientações do Conselho Federal de Medicina sobre sistemas de apoio à decisão e as regulamentações da ANVISA aplicáveis a softwares de saúde.

Validação com casos históricos

Nenhum modelo entra em produção sem passar por validação com dados históricos reais do cliente, com métricas de desempenho acordadas com a equipe clínica.

Segurança de dados em trânsito e em repouso

Utilizamos criptografia em todas as transmissões de dados e em armazenamento, com acesso restrito por perfil e auditoria de acessos.

Controle de versão e rastreabilidade

Mantemos rastreabilidade completa de versões de modelos, dados de treinamento e decisões metodológicas — essencial para projetos em ambiente regulado.

Documentação técnica entregue

Cada projeto inclui documentação técnica e de governança que suporta processos de acreditação, auditoria interna e continuidade da operação com eventual troca de equipes.

Expertise e contexto

Inteligência artificial para saúde requer uma leitura diferente do problema

O desenvolvimento de modelos de IA para uso clínico envolve considerações que vão além da performance estatística. A qualidade dos dados de saúde no Brasil apresenta desafios específicos: fragmentação entre sistemas, variabilidade de preenchimento de prontuários, inconsistências de codificação diagnóstica e lacunas em registros longitudinais. Entender essas limitações e trabalhar dentro delas — não apesar delas — é parte central do nosso processo.

Há também a dimensão humana do projeto: modelos que não são compreendidos pelos clínicos que deveriam usá-los tendem a ser ignorados ou, pior, usados de forma inapropriada. Por isso investimos tempo considerável na fase de treinamento e na comunicação clara sobre o que o modelo pode e não pode concluir a partir dos dados disponíveis.

A Pitanga AI trabalha principalmente com organizações de saúde brasileiras — clínicas especializadas, hospitais gerais, redes de atenção primária e operadoras — que buscam usar dados já existentes para melhorar decisões operacionais e clínicas. Não vendemos plataformas genéricas: cada projeto começa de onde o cliente está, com os dados que ele tem e dentro das suas restrições reais de infraestrutura e equipe.

Quer conhecer melhor nossa abordagem?

Entre em contato para uma conversa inicial. Sem compromisso — só uma troca de ideias sobre o seu contexto e o que a IA poderia oferecer.

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